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Novo roteiro para a Bolívia e Chile

Mudança de roteiro da Bolívia e um roteiro para o Chile


*Calama
Esses 2 roteiros continuam sendo incertos
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Arrumando as Malas/Mochila



Pois é amigos Aventureiros...


Arrumar as malas para um clima desconhecido foi dificil. Achei previsões de tempo para a algumas regiões da Bolívia na internet que davam maxima de 5ºC para a primeira semana.
Meus amigos... A temperatura mais baixa que peguei foi de 9ºC.
Sei que na Bolívia, assim como aqui em MT, é epoca de seca e que o primeiro trecho da viajem é quente, mas são noções climaticas bem mais gelidas do que as minhas.

Ao arrumar minha mochila peguei algumas coisas emprestadas como luvas e 2 casacos mais quentes. Coloquei também um canivete, um Kit de primeiros socorros, lanterna com pilha recaregavel e um gorro de lã de lhama.

Mas sem dúvida o melhor foi um casaco que achei já faz algum tempo numa loja. Impermeável, barato e leve que esquenta mais que os outros emprestados. Infelizmente aqui em Cuiabá não existe muitas lojas especializadas em material de aventura, então nós aventureiros temos que garimpar para de vez enquando acharmos uma jóia como esse casaco. É claro que eu não poderia colocar apenas roupas de frio, portanto, estou levando 2 shorts e 5 camisas de manga curta.

Entre roupas e equipamentos estou levando 2 mochilas uma Cargueira pequena e uma mochila de ataque.

Resumindo é isso!

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Cáceres

Cáceres

No canto inferior direito eu...
Cáceres é uma cidade que fica na fronteira do Mato Grosso com a Bolívia. Conhecida por seus casarões e recentemente tombada como patrimônio cultural do Brasil, a vila de São Luís de Cáceres foi fundada em 6 de outubro de 1778 pelo tenente de Dragões Antônio Pinto Rego e Carvalho, por determinação do quarto governador e capitão-general da capitania de Mato Grosso, Luís de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres.



Eu apenas dizia: "que loucura, que loucura..."


Cáceres é o 1º destino na Expedição Aventura em Família. Passei 2 dias lá recentemente e voltei com algumas fotos bem interessantes.






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Bolívia, Peru e Chile - Expedição Aventura em Família

Olá Aventureiros (as)!


Nesta terça feira passada (14/06) foi feita a 1ª reunião para estudo e definição da rota para a expedição a Bolívia, Peru e Chile. Também recebi dicas de que tipos de roupas e equipamentos que devo levar.
Infelizmente não conheço temperaturas muito baixas, já que vivo no Mato Grosso, um dos mais quentes estados do Brasil, com seus 35º-40º C.


O que posso adiantar é o roteiro da Bolívia que até agora não é completamente certo.


Durante essa expedição, que chamo de “Aventura em Família” tentarei dar o máximo de dicas em relação a tudo em uma viajem a Bolívia, Peru e Chile em postagens independentes, além do diário de bordo e fotografias.
Postarei durante ou depois da viajem já que não sei se terei conexão à internet.
A expedição tem, até agora, 6 participantes: Meu Tiu, Tia, Madrinha, Marido de minha Madrinha, eu e um homem que não sei quem é.
Em breve mais informações.


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Bolívia, Peru e Chile - 01/07

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Relatório - Morro do Japão

Olá Aventureiro!


Na terça passada (27/05) fui a uma “Aventura modo hard”!
Senta que lá vem história...

19 horas de terça-feira, meu pai me liga e me pergunta se tenho um cantil, um chapéu, uma calça e um tênis. Respondo todas as perguntas positivamente, então ele me diz:
- Ótimo! Arruma a mochila que amanhã nós iremos subir o morro do Japão.
Tudo bem... Normal!
O morro do Japão fica em Chapada dos Guimarães (MT-BR) e pertence ao Shogyo Gustavo C. Pinto, um monge paulista que uma vez por mês faz um ritual de caminhada em volta do morro
(saiba mais na reportagem da national geografic).

Meu pai, Hélio Ramos Caldas e Mário Friedlander (Projeto Paralelo 15) já haviam subido o morro a 14 ou 15 anos antes, com duas laranjas e um pouco d’agua.

Acordo as 5:00 da manhã, como combinado. Arrumo-me e eu e meu pai vamos pegar o Mário e o Victor Friedlander(filho). No caminho eles nos falam que o caminho seria difícil. Um pequeno atraso, por causa do geólogo que nos acompanharia na caminhada.

Sou Budista e faço o rito da caminhada desde muito pequeno, mesmo assim o morro do Japão sempre me impressiona com seu “gigantismo”.
Começamos a caminhada para achar o melhor ponto de subida 8h. Caminhamos rápido. Chegamos ao ponto de subida em 15 minutos, normalmente esse trecho se faz em 20 ou 30 minutos. Eu estava levando quase 2 litros de água. O coitado do geólogo já havia tomado um cantil de 1 litro e meio.
Começamos a caminhada em mata fechada (Cerradão úmido). Não havia trilha.
Eu tinha levado meu facão novinho e Mário o dele. Passei meu facão para o meu pai, pois ele tem muito mais experiência do que eu. O primeiro trecho foi fácil, ficava pensando em coisas mil, tipo, o filme que havia assistido e o meu computador ligado. Tentava estar sempre prestando atenção onde botava a mão, onde pisava e nos sons da mata. Sou alérgico a abelhas (descobri isto fazendo uma caminhada neste morro - um rito budista, onde levei uma picada), por isso qualquer zumbido me faz ficar atento.

A caminhada começou a ficar mais íngreme, tive que me segurar nas árvores e muitas vezes as usei como corda para me puxar.
Hélio e Mário, de vez em quando, paravam e procuravam um melhor caminho. O Objetivo da segunda etapa era chegar a fenda que tínhamos que escalar para chegar a quarta etapa de caminhada. Chegamos a um ponto alto onde descansamos um pouco enquanto meu pai, com quase 50 anos, escalou de modo invejável uma fenda para ver se era o caminho certo. Não era essa a fenda. Quando desceu estava “um caco”.
Já fazia algum tempo que não via meu pai tão cansado, lhe dei um pouco de água.

Depois do descanso, fomos a segunda opção de subida, nela havia uma pedra que tínhamos que escalar e depois a borda do paredão que tínhamos que nos rastejar verticalmente até um caminho aberto pela água das chuvas. Subir não foi tão difícil, usei aquelas dicas básicas de escalada: Manter no mínimo três pontos de contato e se impulsionar com os pés, para direcionar as mãos.
Rastejar pela borda do morro também não foi difícil, pois Mário montou um sistema de cordas para ajudar na escalada.
A quarta etapa foi na sombra com um pouco de vento, um alivio para o sol de 40ºC. Após alguns minutos chegamos ao topo, finalmente! Lá avistei uma Águia Chilena pousada em uma rocha, já havia visto voando, caminhando com Mário algumas semanas atrás. Linda!


Deitamos, exaustos, em baixo de uma árvore e juntamos todas as garrafas de água que havíamos trazido, tínhamos 3 ou 4 litros.
Não era o suficiente para passar "bem" o tempo que iriamos passar ali caminhando no cerrado com um sol quente na nuca.
Admito que sou fraco em relação a água, odeio passar sede. Deixamos algumas de nossas coisas em baixo da árvore e começamos a andar.

Mário felizmente tinha um GPS para marcar onde ficava o acampamento. Nunca havia caminhado em cima de um morro na chapada que nunca tivera sido visitado por humanos antes.
Era um cerrado baixo, cheio de pés de tucum (espinhos). Bebia o mínimo de água possível. Botava um pouco de água na boca para beber, e depois pegava meu colar indígena e mordia para produzir saliva.

O motivo de estarmos ali era alguns pontos que seriam marcados pelo geólogo com seu GPS gigante. Em cada um dos quatro pontos a beira do paredão ficávamos de 15 a 30 minutos. No 4º ponto minha água acabou. Para beber água eu tinha que ir até o outro lado do paredão. A sede que eu sentia na subida não era nada comparada com a sede que senti dali para frente. Eu olhava para o céu azul com quase nenhuma nuvem e implorava por chuva. Meu colar já não adiantava, acabou a saliva. Começou um processo que chamo de língua branca, que acontece quando meu corpo não tem quase nenhuma água e minha boca esta seca. Minha língua começa a ficar grudenta e branca embora seca. Em alguns pontos matava minha sede com uma laranja ou um gole de água de outro caminhante. Não gosto de beber água dos outros em situações como essas, acho antiético, mas...

Depois de algumas voltas perdidas achamos o acampamento! Que alivio! Pude finalmente matar minha sede. Meu pai havia levado algumas maçãs que devorei deixando apenas o galinho, nada mais. Recuperados, nós começamos a descer. Descemos rápido. A subida que levou 4 Horas se resumiu a quase 2 horas de descida. Chegamos a um banheiro onde deixamos os carros, lá bebi a água da torneira que vem de um córrego mais abaixo. Como foi bom!


Descemos de carro ate a case de apoio da fazenda onde fica o morro, onde nos esperava um arroz, feijão e peixe ensopado. Foi uma das mais difíceis aventuras que tive o prazer de participar. Eu agradeço a todos que acompanhei e ao Luiz, o moço que fez a comida.

http://www.mariofriedlander.blogspot.com/
http://www.terradapaz.com.br/
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Fauna Matogrossense - Jacaré

Caiman crocodilus yacare



O Jacaré do Pantanal chega a 1,70m de comprimento e 80 kg de peso.
Embora tenha fama de agressivo, o jacaré do Pantanal é pacífico.
Podemos chegar bem perto para tirar fotos sem problema algum.
É extremamente rápido na água e andando na terra é “devagar, quase parando”.
Pode dar algumas investidas rápidas, embora curtas.
É um animal de sangue frio, por isso fica horas tomando sol e costumam caçar a noite. O jacaré do pantanal é carnívoro e seu cardápio pode variar de um peixe a uma garça.

- Ficha –
Nome científico: Caiman crocodilus yacare
Família:Alligatoridae
Gênero: Caiman
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