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Diário de bordo – Bolívia – 10º & 11º dias


Após 2 dias no Uyuni, Bruno nos levou as inativas minas nas montanhas e também a uma piscina de águas termais vulcânicas. A senhora dona do local cobra 10 bolivianos, com certeza um maravilhoso lugar para curtir o luar no Uyuni.

 





 

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No outro dia tivemos uma incrível noticia!                                                                                        

Era possível ir ao Chile!!

Juntamos nossa caravana:
 Nós (2 carros) + Gaúchos(2 carros) + Bruno = 11 pessoas & 4 carros
Sem titubear, fomos!





O caminho até a fronteira do Chile em Ollagüe é extremamente lindo, com desertos de pedra com montanhas geladas no fundo, mas é impossível achar postos com combustível, por isso mais uma vez tivemos que utilizar das “bolsas negras”(combustível comprado na casas de nativos).

 
Passamos a fronteira pagando 60 bolivianos para sair e preenchendo uma extensa ficha para entrar. Um vulcão fumegando estava nos esperando e Montanhas nevadas e atoleiros ainda nos aguardavam no horizonte.
Um bom sinal?
CONTINUA...



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Diário de bordo – Bolívia – 8º & 9º dias


Fizemos quase todo o percurso até Uyuni de noite. 4 geladas horas de viagem percorrendo 200km de montanhas entre Potoci e Uyuni. Chegando perto da cidade, ainda nas montanhas, vemos a beira da estrada nossa primeira neve. Como foi bom realizar mais esse sonho!

 As 10h da noite chegamos a Uyuni e no pacote feito com a agência já tínhamos a hospedagem reservada. Deixamos as mochilas no hotel colocamos nossos melhores casacos, luvas, tocas e saímos para enfrentar os -4ºC na rua e achar um bom restaurante. Achamos! O maravilhoso Lithium Bar, com uma comida fantástica, um ambiente extremamente aconchegante, sem falar no atendimento e recepção!


Bom...


Passamos 3 dias bem frios no Uyuni.


Tivemos um problema com o hotel e tivemos que trocar de hospedagem. Por isso, adiamos o passeio para o Salar, então, ficamos na cidade, comprando, passeando, curtindo o frio e fazendo novas amizades... Na rua conhecemos Bruno, um brasileiro que é guia no Uyuni faz 6 meses. No mesmo dia, ele nos levou para assistir o por do sol no Salar. O que foi incrível, pois como o gelo havia derretido, o Salar estava cheio de água formando um espelho d’água lindíssimo!















No outro dia entramos no Salar. Saímos as 9h da manhã e tivemos uma experiência única! Um outro planeta! Loucura plena, que não pode ser descrita somente vivida, mas posso mostra-los um pouco em fotos!



Maíra após saber que havia acabado a bateria de sua câmera

Álvaro que é geólogo elaborou algumas hipóteses de como aquilo havia se formado, mas pesquisei um pouco e descobri que tudo ali fazia parte de um gigantesco lago pré-histórico, que secou e formou lagos menores ou deixou gigantescas reservas de nutrientes minerais, como o sal.


Após 2hs de passeio chegamos a “ilha del pescado“, uma ilha vulcânica no meio do salar. Fizemos a trilha que vai dá uma volta na ilha, tiramos fotos, e fomos almoçar (incluso no pacote). Uma comida meio fria, mas depois de fazer uma cansativa trilha íngreme a 3400m de altitude, estava tudo ótimo!








Voltando podemos observar, mais uma vez, o magnético por do sol no salar e olhando para trás vemos as maiores sombras do mundo, as nossas!



De noite, voltando no Lithium 3 caras com um jeito de gringos entram e um deles, após ouvir nosso português, volta e diz: “Bá tchê, não somos os únicos por aqui!”


Nós os convidamos para sentar e descobrimos que vinham do Rio Grande do Sul (2 gaúchos e 1 chileno/holandês) que estavam indo para um encontro de Niveiros no Peru. Depois de muitas conversas, cervejas e tequilas eles resolvem se unir a nossa caravana!



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Diário de Bordo – Bolívia – 6º & 7º dias


Em sucre já pude sentir mais fortemente os males da Altitude:


Pele e boca ressecada, sede, moleza, tontura e intensa dor de cabeça.



Subindo a Potoci uma das camionetes estraga. O painel do carro informa que houve um superaquecimento do motor. Após abrir o capô, constatamos que o filtro estava puro pó, então o limpamos e seguimos viagem.

De Sucre a Potoci a estrada é asfaltada, o que facilitou muito.
Chegamos a Potoci, a cidade mais alta do mundo, com seus 4300m e também, no tempo colonial, uma das maiores minas de prata do mundo, com direito a lenda de que com toda a prata retirada de lá era possível construir uma ponte até a Espanha.

Ficamos no hotel Carla. No outro dia acertamos com Jackeline, gerente da agencia Andes Salt Expeditions, um passeio até minas de Potoci no dia seguinte e discutimos o roteiro para ir ao salar de Uyuni e depois descer até o Chile, passando pelas Lagunas coloradas.


 

No outro dia cedo saímos para o passeio, que foi ótimo... A medida do possível.
O local onde ficam as minas é a parte mais alta de Potoci, chegando a 4310m.
O preço da visita foi de 30 bolivianos e vale muito a pena. Não recomendo para pessoas claustrofóbicas, com problemas cardíacos ou que estejam em “má forma”.


Pilar de sustentação da Mina
















Foi louquíssimo se dar de cara com um mineiro suando em bicas e 2 bolas de coca na boca sair de um buraco extremamente estreito pedindo “regalo” ou fugir de um carrinho em alta velocidade.


Oferenda ao Tio da Mina (diabo protetor)



Fungos


Depois do passeio voltamos a falar com Jackeline e ela nos “jogou um balde de agua fria”, informando que metade do salar ate o Chile estava com 2m de neve, ou seja, não dava para passar.

Decidimos ir fazer o tur no salar de Uyuni de um dia e depois resolveríamos o que fazer...
Então Partimos.


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